sábado, dezembro 20, 2025

Mini-resenha: 북극성(Tempest)

  A resenha de hoje vai ser um tanto quanto curtinha, pois, só queria comentar sobre um dorama que vi recentemente — que me ajudou a superar a minha ressaca de doramas —. O nome dele como vocês podem ver no título é Tempest e admito que quando comecei a assisti-lo não estava esperando muito. Inicialmente só estava navegando no aplicativo da Disney+ em minha TV, procurando algo diferente para assistir, já que eu tinha dado uma enjoada de tanto assistir Castle — atualmente estou dando uma respirada dos episódios de Castle, pois, fiquei dois meses inteiros assistindo apenas isso. Eu senti que deveria procurar algo novo por hora — e também por estar tendo o começo de uma crise de ansiedade no dia, então resolvi que assistir algo talvez pudesse vir a me ajudar distraindo minha cabeça e realmente ajudou. rs
  Admito ter sido uma surpresa e tanto quando percebi que em um único dia — madrugada para ser honesta — eu engoli quatro episódios de uma vez só! Fazia muito tempo desde que eu não achasse um dorama que me prendesse tanto, e olha, achei que não encontraria um que conseguiria fazer isso de novo tão cedo, ainda bem que eu estava redondamente errada.

Sobre o Dorama

  Se você gosta de intriga familiar, investigação, romance e muita ação, prometo que esse dorama vai ser com toda certeza um bom chute de algo curto e interessante para você assistir. Acho que é valido ressaltar que o romance não é o foco central do dorama, porém, irá ter dois ou três episódios que senti que focou mais nessa parte do que no resto da trama. 

 Atenção: A partir daqui o post contém spoilers da obra, caso você não tenha assistido ainda e deseja assistir sem spoilers, recomendo que não leia minha resenha.
Thanks! ( ̄︶ ̄) /

  Nessa história iremos acompanhar a destemida e fria Munju, que acabara de perder seu marido e candidato à presidência Junik, e Paik Sanho que é um assassino de aluguel Norte Coreano, cujo foi contratado para matar a moça. Tempest roda em volta de uma trama bem confusa eu diria, onde Munju inicialmente descobre que seu marido foi assassinado por suspeita de ser um espião de outro país. Ao buscar justiça sobre a morte de seu marido, Munju acaba por descobrir que seu marido trocava cartas com Anderson Miller, um Americano-coreano que trabalha para o governo dos EUA e que nas tais cartas acaba comenta com Junik sobre um possível ataque à Coreia do Norte, o que poderia ocasionar uma guerra e até mesmo morte de vários sul-coreanos. Nisso ela resolve tentar falar com a presidente, mas a maldita senhora simplesmente diz a moça que não se metesse nisso. Munju percebe que a presidente, na verdade, não iria parar a guerra e resolve se candidatar à presidência para tentar impedir, ela mesma, que a guerra aconteça e é aí que a bagunça do dorama acontece — como se até aqui tudo que falei já não fosse um pouco confuso o suficiente.
  Assistir esse dorama foi uma montanha-russa de emoções. Sem falar que em alguns momentos eu me sentia exatamente igual aquele gif da Nazaré Tedesco fazendo mil contas, tudo isso pra tentar entender o quê estava acontecendo. *suspiro* Mas a história é tão interessante/intrigante e sempre acontece tanta coisa, tanto plot twist, etc. Que você nem percebe o tempo passando. Digo isso, pois assisti quatro episódios em um dia e o restante em outro, basicamente engoli o dorama sem nem ver! Tenho só elogios, sério!
  Tempest entrou para minha listinha pessoal de doramas favoritinhos, que com toda certeza, ainda re-assistirei quando estiver no tédio, pois, mesmo já sabendo o final, acredito que na próxima vez que eu assisti-lo ainda terá coisas, sinais, que deixei passar que acredito que só dará para pescar numa segunda vez. Definitivamente um: recomendo que assista!
sexta-feira, dezembro 19, 2025

finalmente tenho um status.cafe!!

   Acho que nem preciso começar esse post festejando já que o título já diz tudo! Finalmente liberaram meu acesso ao Status.cafe (づ ̄ 3 ̄)づ
  Ontem quando liberaram meu acesso eu nem acreditei, já tinha até perdido esperanças em receber acesso ao site. Cheguei até pesquisar no Google o motivo de não ter recebido o e-mail, e pelo que entendi — em alguma postagem que vi online, acho que foi no Reddit, porém não achei o link novamente para deixar aqui como fonte — o site é manuseado por uma única pessoa e os cadastros são demorados, pois, o coitado faz tudo manualmente. Creio que não deu nem dez minutos que li isso e o e-mail chegou na minha mail box. Nunca fiquei tão feliz \(@^0^@)/

  Bom, passei a noite de ontem e a manhãzinha de hoje personalizando o tema a meu gosto. Graças a Mah que deixou um link de temas em um comentário aqui no blog, eu consegui entender como funcionava a personalização e css do site. Com isso arregacei minhas mangas e fui ao trabalho duro. No fim, saiu exatamente como eu queria. \o/

Design do meu status.cafe feito por mim s2

  Se quiserem visitar a página para ver ao vivo como ficou o tema, basta clicar aqui que você será direcionado ao site, direto no meu perfil ^-^

Obs: irei responder os comentários pendentes mais tarde. (*^▽^*)

Por hoje acho que é isso!
Bye Bye! (   ̄3 ̄) ~
terça-feira, dezembro 16, 2025

2025年12月16日 - 23:50午後

  Baixei todas as temporadas do meu anime favorito, Bungou Stray Dogs, e coloquei na nuvem. Agora sempre que quiser eu consigo assistir, sem depender de assinar a porcaria da Crunchr0ll ou ficar procurando algum site P1rat4 para tentar assistir. Me sinto exatamente igual aquele áudio que utilizam a rodo por aí nos vídeos "Sente a paz desse lugar🎶"

Todas as temporadas de BSD na minha nuvem

  Já assisti esse anime inúmeras vezes, incontáveis! Nunca perde a graça e sempre tem aquele cheirinho, aquela sensação de casa para mim. Acho que posso dizer que Bungou Stray Dogs é meu anime de conforto, o lugarzinho onde me escondo em dias ruins e quando quero esquecer do mundo. 。゚(゚^∀^゚)゚。

 O bom de ter uma memória meio ruim, é que sempre que assisto tenho surpresas, pois, nunca lembro direito das coisas. ( ^ω^ ) Para mim pelo menos, isso é algo bom. 

Episódio 2 (1ª Temporada)

  É uma terça-feira à noite, são 23hrs e alguns minutos agora. Estou assistindo os episódios e tendo aquele sentimento de conforto que eu precisava nesse dia chuvoso. Há dias que viver e ter a chance de fazer o que gosto, mesmo que por mínimo de esforço que precise e/ou por mais besta que seja, me deixa muito feliz. E acho que viver é isso, ser grato pelos pequenos momentos, os bons entre a tempestade que é a vida.
segunda-feira, dezembro 15, 2025

status.cafe + barulho e silêncio

Rascunhado em: 14/12/2025

  Me inscrevi no Status.Cafe para poder usar como local de desabafos curtos já tem alguns dias, e até agora nada do e-mail confirmando que posso utilizar o site. `(*>﹏<*)′
  Percebo que estou ficando um serzinho impaciente — acredito eu que por culpa da minha ansiedade misturada do vício por vídeos/conteúdos curtos e rápidos — quando me pego abrindo meu e-mail a cada meia hora para ver se finalmente posso usar o site... Não vou mentir, a parte de poder só tweetar algo besta e rápido ainda me pega muito na questão de deixar as redes sociais, isso, sim, anda me afetando nesse processo de me afastar. Jesus! Até me peguei pensando em criar um blog onde eu possa usar como o Twitter. Como assim usar um blog como o twitter? Simples, deu na telha de falar uma asneira? Abre o tal blog, escreve o que quero escrever e posto. Pronto! Me sinto bem afetada das ideias já por culpa do vício em redes sociais, ai!

  Outra coisa que venho percebendo que faço bastante depois dessa vibe de detox digital — que entrei no começo do ano — é: tem dias que estou me sentindo tão impaciente e tão no tédio que começo a desbloquear meu celular sem motivo algum. Às vezes abro a galeria, às vezes navegador, calculadora, WhatsApp, e-mail... Enfim, abro qualquer coisa! Parece que o celular me fez sua refém de tal maneira que sequer consigo passar meu dia sem encostar nele tentando achar uma notificação, um motivo para eu matar meu tédio e/ou enfiar minha cara no celular. Honestamente é bem irritante... Tem sido um processo bem árduo, mas estou me esforçando para acabar com isso. Deus que me ajude! Sabe o quê é mais engraçado nisso tudo?! É que em 99,999999 por cento das vezes nem tem nada lá. Não tem mensagem, não tem uma notificação de nada — já que bloqueei praticamente todas as notificações do meu celular — e mesmo assim meu cérebro insiste em procurar algo. ~suspira

  Se inventarem algum dia aqui na UBS perto de casa o projeto 'ajuda para viciados em celular e redes sociais anônimos' eu juro por Deus que faço questão de participar. Uma pena não reconhecerem o vício em redes sociais e celular como algo de verdade para isso... Mas eu ainda acredito que deveria se reconhecer isso já que interfere muito em nossas rotinas e dependendo do nível de vício da pessoa até em relacionamentos, tornando-os nada saudáveis... ~(>﹏<)~

  
  Recentemente eu voltei a ouvir bastante músicas novamente — Já havia quase oito meses desde que parei com calma para curtir meu dia inteiro ouvindo alguma música. Normalmente eu colocava uma playlist com todas as canções que mais gosto e deixava o dia todo como background song do meu dia, e simplesmente ia desenrolar as coisas que preciso desenrolar, limpar a casa, por exemplo.

  Tem dias que estou de saco cheio das minhas músicas e preciso de algo diferente para escutar, para deixar ali fazendo algum som ao fundo, só para eu não sentir que o silêncio da casa ou a barulheira dos vizinhos vá me enlouquecer de vez... Sei que essa frase não fez um pingo de sentido, mas, às vezes onde eu moro é um silêncio absoluto, você escuta apenas o vento passando — tem dias que nem isso, só é um silêncio ensurdecedor mesmo — mas há dias que é tão barulhento, pois, os filhos do vizinho estão agitados, começam a brigar, gritar, cachorro latindo alto, barulho de bola batendo na parede e no chão de forma bem forte, etc. que mal consigo escutar meus próprios pensamentos…  Dependendo da forma como estou me sentindo no dia, eu sinto que qualquer empurrãozinho vai me fazer parar no paraíso, se é que você consegue me entender.

  Minha solução para não ficar sozinha com meus pensamentos ou sem acesso nenhum a eles — o que me enlouquece igualmente da mesma intensidade — é ouvir músicas meio 'cozy', sei lá! Elas me ajudam a manter minha mente em um local bem diferente de onde fica quando o dia está barulhento ou muito quieto. Vou deixar aqui em baixo alguns vídeos que uso muito para isso. Talvez eles sejam úteis para alguém além de mim. (╯▽╰ )

'Relaxing Animal Crossing music + rain sounds'

De todas essas, essa primeira é a que mais escuto. Tem dias que coloco ela em replay o dia todo, já que de todas é a que mais gosto! Como eu jogo ocasionalmente Animal Crossing, essa playlist me traz um certo momento de calma e serenidade.

'Animal Crossing New Horizons Music To Study/Chill/Sleep'

'Studying with Steven Universe | No lyrics, productive pomodoro study playlist'

'Calcifer? you're being so obedient. (Howl's Moving Castle playlist)'

'𝐝𝐬 𝐚𝐧𝐝 𝐰𝐢𝐢 𝐞𝐫𝐚 𝐟𝐫𝐮𝐭𝐢𝐠𝐞𝐫 𝐚𝐞𝐫𝐨 - Playlist'

  Como dá para perceber, eu amo escutar músicas de jogos e desenhos — na verdade, obras em um geral — que eu amo para sentir conforto enquanto sinto que estou prestes a ficar maluca. Faltou uma playlist de músicas do The Sims 1 e 2, porém, eu me sentiria péssima falando que é uma das que escuto direto quando preciso de uma musiquinha para me distrair do barulho ou silencio extremo, sendo que não faço com essas com tanta frequência 😬, mas, fica aí outra sugestão, músicas do The Sims 1 e 2 e também as músicas do FNAF em versão instrumental, sem vozes... Pelo menos comigo ajuda bastante!
sábado, dezembro 13, 2025

Resenha: O Pequeno Príncipe

 Oi Oi! O post de hoje é uma 'releitura' da resenha que eu havia feito de O Pequeno Príncipe em meu antigo blog. Essa foi a primeira resenha que eu fiz — na vida — então provavelmente nem deve ter ficado tão boa assim. Mas por ser um livro que mexeu muito comigo — por me lembrar da minha mãe — eu acho que vale a pena trazer esse post para cá também.

 Atenção: Esse post contém spoilers da obra, caso você não tenha lido ainda e deseja ler sem spoilers, recomendo que não leia minha resenha. Thanks! ( ̄︶ ̄) /

Sobre minha experiência com o livro:

    Para começar, acho que vale ressaltar que essa foi a primeira que vez que li a obra. Na verdade, já havia tentado ler anteriormente — quando comprei o livro —, porém, não consegui passar de dezoito páginas. E isso me fez refletir, até comentar com uma amiga após finalizar a leitura desta vez, que acredito que para ler esse livro, eu teria de estar no momento certo... E acho que dessa vez, era realmente o momento certo para isso. Não que para você ler, tenha de estar no momento certo igual a mim, apenas que para mim, esse momento teve de acontecer. 
    Conforme fui realizando a leitura do livro e os capítulos passavam, acabei tendo um pequeno insight sobre a mensagem do livro, que basicamente senti ser: Como adultos, ficamos fúteis, desinteressantes e obcecados por coisas idiotas, sem valor real. Em suma, acredito que o livro tenta mostrar ao leitor, seja ele um adulto ou uma criança, o quanto amadurecer pode matar nossa individualidade. Na verdade, o quanto ao virarmos adultos, deixamos de acreditar na magia do mundo. Como matamos nossa imaginação e nos tornamos pessoas vazias, que zelam por coisas passageiras e sem significado. 
    Por exemplo: Em dado momento no livro, nosso pequeno protagonista está viajando pelos planetas, procurando amigos e figuras novas para conhecer, procurando conhecer um pouco mais do universo. Ele acaba se deparando com figuras um tanto quanto sem graça. A parte que mais me chamou atenção foi quando ele para em um planeta onde tem um empresário. Que ao ser questionado o que está fazendo, logo se irrita com a presença do pobre garoto, já que ele está o atrapalhando em sua contagem. Contagem do quê? Simples, estrelas. O quê mais me intrigou, foi o fato do empresário se dizer dono das estrelas. Algo que, em tese, pertence a todos, não tem um dono. Porém, o homem insiste que ele faz e refaz a contagem de suas estrelas diariamente. E que também possui um papel, o qual nomeia dono delas. O pequeno rapaz acha uma grande bobeira, e eu diria que ele está mais do que certo, porque realmente, é uma grande bobeira
    Adulto são, de fato, seres desinteressantes, sem criatividade, com ideias estranhas e bobas, como a de ser dono de algo que pertence a ninguém, ou então de olhar um desenho de jiboias fechadas e abertas e simplesmente não ter imaginação o suficiente para entender o desenho. Além de que o pobre garotinho, ao contar suas aventuras, também nos ensina a lição sobre o amor, que precisa ser cativado. Conforme as minhas citações favoritas do livro abaixo:

    — Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry (Capitulo Dezenove, Página 66)

    — Vai rever as rosas. Assim compreenderás que a tua é única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.

    O Pequeno príncipe foi rever as rosas:
    — Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda voz cativou, nem cativastes ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa iguala cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
    E as rosas ficaram desapontadas.
    — Sois belas, mas vazias — Continuou ele. — Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que todas vós, pois foi ela que eu reguei. Foi ela que pus sob a redoma. Foi ela que abriguei com o para-vento. Foi por ela que eu matei as larvas (exceto duas ou três, por causa das borboletas). Foi ela que eu escutei se queixar ou se gabar, ou mesmo calar-se algumas vezes, já que ela é minha rosa.
O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry (Capitulo Dezenove, Página 70)

    Engraçado como um simples livro de criança me fez pensar em como o mundo adulto gira em torno de apenas: dinheiro, posição social, posses — que são às vezes inúteis —, pagar de um ser sério, poder mandar nos outros, validação alheia, etc. Esse livro realmente me fez refletir em como viramos pessoas tão robóticas que nem prestamos atenção nos detalhes da vida, das pessoas à nossa volta e que aquela curiosidade que tínhamos quando criança, de como funciona o mundo, como funciona tudo, simplesmente desaparece e entra em seu lugar uma mente que vive tudo de forma automática. Fazendo você realmente enxergar que a vida adulta é um saco

    Um dos personagens que consegui mais me apegar na história, e além do Pequeno Príncipe me fez refletir muito com lições valiosas, foi a raposa. Senti que ela conseguiu se destacar dentre a curta estória e me passou um grande sentimento de conforto após tudo. Assim como, ela também ensinou uma lição valiosa para o menino. Achei interessante como ela explica o conceito de cativar alguém, a ponto da outra pessoa te enxergar não apenas como uma pessoa qualquer, mas como alguém diferente dentre todas as pessoas do mundo. Cativar nada mais é do que fazer o outro amar-te. É o sentimento puro e brilhoso de destacar-se dentre as pessoas. Ela também o faz perceber o quanto após tal ação, dói perder alguém que você ama, alguém cuja presença se faz brilhosa em seus dias, sua presença se faz necessária ao fim do dia. Fazendo assim, você aprender sobre o conceito de amor e perda
    A partir deste momento da estória, eu pude sentir um certo amadurecimento não só do pequeno príncipe, como do protagonista também. Já que após contar como foi seu encontro com sua raposa, como foi cativá-la e ser cativado por ela, o menino se despede dizendo que sua hora de partir chegou. — E é nesse momento que eu me peguei chorando enquanto lia.

    Por fim, senti que esse livro me acrescentou muito no processo de leitura, também me ajudou um pouco com o processo de cura sobre uma perda muito importante que tive alguns anos atrás. O que chega ser engraçado, já que comprei este livro, apenas para ter algo que me lembrasse de minha mãe. Ela não gostava de ler, muito pelo contrário, ela odiava leitura. Mas sempre me disse o quanto amava essa singela estória. Ela contava o quanto amou ler este livro quando criança, na época do fundamental, e o quanto esse livro marcou ela, era simplesmente algo que minha mente fez questão de decorar.
    Por anos me vi querendo comprar esse livro para presentea-la, mesmo que fosse apenas um livro, e fosse algo que ela não gosta muito, queria muito lhe dar esse livro como um presente, uma forma de dizer que prestei atenção em todas às vezes que ela disse gostar tanto dessa história. E agora entendo perfeitamente o motivo do qual ela gostou tando do livro, e do porquê eu não estava no momento certo para ler O Pequeno Príncipe
    Acredito que nada nesta vida é por acaso, tudo tem seu motivo, sua hora. E hoje, após quatro anos da perda da minha mãe, e de ter comprado esse livrinho em uma promoção na Amazon, que fez ele custar apenas 10 reaizinhos. Vejo que talvez o momento que eu deveria ler este livro, era agora. E não quando o comprei.
    Eu senti que essa leitura foi especial para mim, me ajudando a curar uma certa ferida aberta em meu peito, a raposa conseguiu me ensinar sobre cativar, sobre perder o que cativamos. Também fui ensinada que o mundo pode ser muito mais do que os olhos de um adulto pode ver. Acredito que hoje esse livro tenha ganho um significado muito maior do que ele já tinha para mim, antes mesmo de o ter lido.

    Posso finalizar esse post dando incríveis cinco estrelas a essa leitura. Sinto ser uma leitura essencial para qualquer pessoa que goste de ler — Embora seja uma leitura muito simples e fácil de se fazer, já que a forma como o livro conversa com o leitor é muito direta —, esse livro precisa estar na sua lista de leituras para fazer antes de partir deste mundo.

  • Livro: O Pequeno Príncipe - Antoine De Saint-Exupéry;
  • Ano: 2021;
  • Editora: Harper Collins;
  • Estrelas: ★★★★★;
  • Formato lido: Livro Físico;
  • Obs.: Edição com tradução original do ano de 1952 e aquarelas do autor;
  • Link para compra: Amazon
quarta-feira, dezembro 10, 2025

bem vindo ao meu [novo] cantinho!

  Oie!  Sou péssima com primeiras postagens, tanto que nunca sei como fazê-las da forma correta. Mas acredito que tenho de começar pelo menos fazendo uma breve apresentação, certo? Então vamos lá!

  Bom, você pode me chamar de Amilla — mas se quiser pode chamar de Milla, ou até mesmo Mimi! — esse não é meu nome verdadeiro, na verdade, é um codinome. Não me sinto confortável suficiente para dizer meu nome real, então prefiro usar codinomes, assim tenho mais liberdade para comentar e postar o que sinto e acontece comigo sem que eu entre na piração de que alguém saberá que sou eu. Posso parecer um pouco maluca de começo — e sou mesmo, mas no bom sentido — porém, sou uma pessoa bem legal, prometo que se me der uma pequena chance, talvez você goste de mim!

  Tenho lá meus 29 anos, sou casada e amante de bichinhos, sejam eles gatos ou cachorrinhos! — sempre que vejo um desses serzinhos na rua ou qualquer outro lugar, fico maluquinha! (=^ェ^=)

  Este não é meu primeiro blog, pelo contrário, ja tive vários — estou na blogosfera desde 2013 —, todos tiveram nomes bem diferentes, porém, sempre com propostas muito similares: ser um diário online onde eu possa expressar toda minha individualidade como pessoa.

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  Neste local você provavelmente irá notar que eu irei postar desabafos, textos enormes falando sobre os assuntos que mais gosto, review de coisas que li e assisti recentemente, estórias originais ou até mesmo só uma reflexão besta e rápida sobre algo aleatório que vi recentemente.

  Criei este singelo blog, chamado odd eye shop, para ser meu porto seguro, o cantinho na Internet onde eu consiga expressar quem sou da maneira mais crua possível. Então se gostar das coisas que escrevo, peço que siga o blog e sinta-se a vontade para comentar nas coisas que eu postar por aqui. ♡

Com carinho, Amilla