sexta-feira, dezembro 26, 2025

Bookmark: Estilos de cabelo + um novo formatinho no blog

Rascunhado em: 14/12/2025

  Para contextualizar esse post: Em janeiro irei 'personalizar minha skin' novamente depois de quase dois ou três anos sem fazer nenhuma gracinha em meu cabelo, e por esta razão queria salvar em algum cantinho imagens que pudessem passar mais ou menos a essência que busco para o meu novo visual. Nisso pensei: por qual motivo não faço uma postagem 'guardando' essas imagens?!
  A ideia de fazer um post guardando minhas referências de cabelo para que eu não as perca, veio na real de um estilo de postagens que vi no PorceLana, onde ela sempre está fazendo postagens com imagens, links, recortes de textos, etc., de coisas que ela quer salvar para poder revisitar novamente em um futuro próximo — ou não. No trecho a seguir ela me fez refletir muito sobre eternizar de alguma maneira as coisas que vejo por aí, aqui no blog:
(...) baixem o código dos layouts que mais gostaram, pra guardar com você, pois a qualquer momento esses links podem sair do ar (...)
Fonte: porcelana 'Bookmark: Layouts free'

  Também acabei comprando essa ideia de eternizar minhas coisinhas graças ao meu consagrado Pinterest resolver ficar me tirando do sério. Como? Simples, ele sempre me manda um e-mail avisando que eu 'quebrei as regras da comunidade' e apaga os pins sem me avisar qual e por qual motivo. Com isso acabei perdendo vários desenhos, cabelos, dicas, memes, tutoriais, etc. que salvei para poder revisitar depois e agora simplesmente não tenho mais, pois, os perdi. ( T.T") Isso acaba sendo um problema bem chato para mim, já que eu por vezes perco alguma coisa importante e depois quando quero revisitar não acho mais. Neste caso pensei por uns dias e resolvi usar o mesmo estilo de postagens da Lana — só que da minha maneira — aqui no blog, assim nunca perco minhas coisinhas. Então em breve terá algumas postagens bem aleatórias — com coisinhas que quero salvar — por aqui.


  Acabei separando algumas fotinhas de como estou pensando deixar meu cabelo, atualmente ele não está muito longo, mas já passa um pouco dos ombros, o que faz eu acreditar que dá para fazer o corte que eu quero, que seria um wolfcut. Segue abaixo fotos de exemplo que salvei para o cabelitchô:


  Para os estilos de pintura que pensei foram os que vou por abaixo. Apesar de ainda não ter decidido 100% qual deles adotar para essa nova fase... Acho que vou acabar deixando para decidir no dia qual mais vai combinar.


  Embora já tenha definido o estilo do cabelo que quero, a parte da tintura continua me pegando muito... Pelo menos posso dizer que 50% já está definido, sem falar que tenho a tinta colorida comprada e será turquesa. Até janeiro tenho muito ainda o que pensar para decidir como ficarão minhas madeixas~ \( ̄︶ ̄*\)) 
terça-feira, dezembro 23, 2025

É natal 🎄🎅 + 2026 goals

Rascunhado em: 15/12/2025

    Mesmo não comemorando natal — por motivos maiores e por nunca me sentir confortável em comemorações de fim de ano — venho por meio deste post desejar um feliz natal a todos! E um próspero ano novo 😊

  Tenho uma relação um pouco complicada com essa data, e todo ano me vejo tendo de explicar as pessoas ou tentar achar uma forma de falar para elas que não comemoro o Natal. Um dos motivos é: Religião, o outro é que desde criança eu já não gostava muito dessa data. Era sempre o período do ano que eu ficava extremamente mal, então quando entrei para a religião/igreja que faço parte agora, meio que calhou as duas coisas hahaha....

  Este ano já me encontrei tendo uma certa dificuldade com essa data, já que percebi que meus sogros — que são separados — ambos questionaram se passaria essa data com eles — no caso, em qual casa, com qual dos dois — e eu me senti um pouco sufocada no momento... Tremi, engasguei com as palavras e fiquei meio sem graça. Afinal, eu nem comemoro essa data e meu marido vem de uma família extremamente católica que preza muito a data do Natal. Admito, me senti um alienígena no momento... Mas está tudo bem agora, já que após conversar a sós com meu marido em casa, ele disse que preferiria seguir o dia 24 e 25 esse ano da mesma forma que eu, sem comemorações, senti um certo alivio, já que toda aquela pressão de fazer algo que não faço e vai contra minha religião estava me deixando bem nervosa. >﹏< Sem falar que este é o meu primeiro ano na família, já que me casei tem apenas sete meses.

  Tem dias que me sinto abençoada por ele me entender e não me pressionar, muito menos tentar fazer o quê vejo outras pessoas tentando fazer comigo todos os anos, que é: me forçar a gostar dessa data, a comemorar e fingir um sorriso na minha cara nela enquanto tô quase pirando por dentro. Além de já ter escutado que essa seria a data do ano para eu perdoar meus parentes e passar com eles. — O que é pedir de mais, pelo menos para mim, já que esse ano me afastei de praticamente todos os membros da minha família, por eles terem me feito surtar inúmeras vezes esse ano e no fim do ano passado. Obs: surtar = ter recaídas depressivas, crises de ansiedade e ataques de pânico.


  Ano passado eu fiz uma breve listinha com coisas que eu desejava atingir este ano, como infelizmente dito nesse post aqui, eu não consegui bater todas minhas metas esse ano, porém, consegui atingir metade delas, o que para mim já é uma grande conquista! Dito isso, já comecei a pensar em fazer uma nova listinha para o ano seguinte e desde o mês passado(novembro) venho me questionando quais seriam as metas eu iria fazer desta vez e ainda não consegui me decidir 100%, mas, mesmo assim, acho que já dá para 'setar novas metas'.

  Antes de dizer quais eu decidi para o ano de 2026, queria deixar registrado que as metas que eu tinha feito para esse ano, apesar de serem bem simples, me ajudaram muito a manter em mente quais coisas eu tinha de realizar esse ano. Posso não ter tido forças e ânimo para por todas em prática, mas me ajudou muito a me manter um pouco mais ativa do que eu estaria sem as metas. Então, minha dica ou conselho — você quem escolhe — para quem tem problemas de procrastinação e depressão, assim como eu, é que sete metas simples e curtas para que você possa tentar realizar ao longo do ano. Não comece com coisas impossíveis que demandam muito do seu mental e do seu físico, já que isso pode acabar atrapalhando muito. Se você estiver passando por aquele momento de 'paralisação', aconselho apostar no pequeno, no fácil e logo você terá batido as metas, isso fará você sentir que conseguiu uma grande realização — e realmente é! Qualquer pequeno passo é valido de comemoração.
  1. Voltar com meus estudos de Coreano;
  2. Manter meus estudos de Japonês;
  3. Voltar a estudar programação e linguagens de marcação;
  4. Juntar dinheiro para passar com a psicóloga neurologista e finalmente conseguir meus laudos;
  5. Juntar dindin para tentar comprar uma casa no futuro;
  6. Ler pelo menos um livro completo;
  7. Ler pelo menos dois volumes de um Manga;
  8. Ser mais gentil comigo mesma;
  9. Pesquisar mais formas para conseguir ganhar o cansaço mental e físico — causados pela depressão — e por em prática;
  10. Tentar postar pelo menos duas postagens por mês aqui no blog;
  11. Voltar com o uso do meu diário — que, infelizmente, abandonei há dois meses;
  12. Quem sabe finalmente conseguir trocar meus antidepressivos para um que funcione 100% com meu organismo;
  13. Continuar o projeto de Detox das redes sociais;
  14. Abandonar o uso excessivo de celular;
  15. Voltar a desenhar e aos estudos de desenho;
  Resolvi por mais coisas esse ano? Sim, porém, qualquer meta batida será um motivo para eu comemorar. Me desejem sorte e forças para o ano que vem, que eu consiga bater minhas metas e melhorar mental e fisicamente. Assim como desejo a todos que estão em um momento difícil que consigam sair dele 💚💙 Que 2026 traga tudo aquilo de bom que 2025 não pode trazer e que o mundo esteja ao nosso lado todos os dias.

  "Que você consiga se curar de tudo aquilo que não partilha com mais ninguém" — Desconhecido
sábado, dezembro 20, 2025

Mini-resenha: 북극성(Tempest)

  A resenha de hoje vai ser um tanto quanto curtinha, pois, só queria comentar sobre um dorama que vi recentemente — que me ajudou a superar a minha ressaca de doramas —. O nome dele como vocês podem ver no título é Tempest e admito que quando comecei a assisti-lo não estava esperando muito. Inicialmente só estava navegando no aplicativo da Disney+ em minha TV, procurando algo diferente para assistir, já que eu tinha dado uma enjoada de tanto assistir Castle — atualmente estou dando uma respirada dos episódios de Castle, pois, fiquei dois meses inteiros assistindo apenas isso. Eu senti que deveria procurar algo novo por hora — e também por estar tendo o começo de uma crise de ansiedade no dia, então resolvi que assistir algo talvez pudesse vir a me ajudar distraindo minha cabeça e realmente ajudou. rs
  Admito ter sido uma surpresa e tanto quando percebi que em um único dia — madrugada para ser honesta — eu engoli quatro episódios de uma vez só! Fazia muito tempo desde que eu não achasse um dorama que me prendesse tanto, e olha, achei que não encontraria um que conseguiria fazer isso de novo tão cedo, ainda bem que eu estava redondamente errada.

Sobre o Dorama

  Se você gosta de intriga familiar, investigação, romance e muita ação, prometo que esse dorama vai ser com toda certeza um bom chute de algo curto e interessante para você assistir. Acho que é valido ressaltar que o romance não é o foco central do dorama, porém, irá ter dois ou três episódios que senti que focou mais nessa parte do que no resto da trama. 

 Atenção: A partir daqui o post contém spoilers da obra, caso você não tenha assistido ainda e deseja assistir sem spoilers, recomendo que não leia minha resenha.
Thanks! ( ̄︶ ̄) /

  Nessa história iremos acompanhar a destemida e fria Munju, que acabara de perder seu marido e candidato à presidência Junik, e Paik Sanho que é um assassino de aluguel Norte Coreano, cujo foi contratado para matar a moça. Tempest roda em volta de uma trama bem confusa eu diria, onde Munju inicialmente descobre que seu marido foi assassinado por suspeita de ser um espião de outro país. Ao buscar justiça sobre a morte de seu marido, Munju acaba por descobrir que seu marido trocava cartas com Anderson Miller, um Americano-coreano que trabalha para o governo dos EUA e que nas tais cartas acaba comenta com Junik sobre um possível ataque à Coreia do Norte, o que poderia ocasionar uma guerra e até mesmo morte de vários sul-coreanos. Nisso ela resolve tentar falar com a presidente, mas a maldita senhora simplesmente diz a moça que não se metesse nisso. Munju percebe que a presidente, na verdade, não iria parar a guerra e resolve se candidatar à presidência para tentar impedir, ela mesma, que a guerra aconteça e é aí que a bagunça do dorama acontece — como se até aqui tudo que falei já não fosse um pouco confuso o suficiente.
  Assistir esse dorama foi uma montanha-russa de emoções. Sem falar que em alguns momentos eu me sentia exatamente igual aquele gif da Nazaré Tedesco fazendo mil contas, tudo isso pra tentar entender o quê estava acontecendo. *suspiro* Mas a história é tão interessante/intrigante e sempre acontece tanta coisa, tanto plot twist, etc. Que você nem percebe o tempo passando. Digo isso, pois assisti quatro episódios em um dia e o restante em outro, basicamente engoli o dorama sem nem ver! Tenho só elogios, sério!
  Tempest entrou para minha listinha pessoal de doramas favoritinhos, que com toda certeza, ainda re-assistirei quando estiver no tédio, pois, mesmo já sabendo o final, acredito que na próxima vez que eu assisti-lo ainda terá coisas, sinais, que deixei passar que acredito que só dará para pescar numa segunda vez. Definitivamente um: recomendo que assista!
sexta-feira, dezembro 19, 2025

finalmente tenho um status.cafe!!

   Acho que nem preciso começar esse post festejando já que o título já diz tudo! Finalmente liberaram meu acesso ao Status.cafe (づ ̄ 3 ̄)づ
  Ontem quando liberaram meu acesso eu nem acreditei, já tinha até perdido esperanças em receber acesso ao site. Cheguei até pesquisar no Google o motivo de não ter recebido o e-mail, e pelo que entendi — em alguma postagem que vi online, acho que foi no Reddit, porém não achei o link novamente para deixar aqui como fonte — o site é manuseado por uma única pessoa e os cadastros são demorados, pois, o coitado faz tudo manualmente. Creio que não deu nem dez minutos que li isso e o e-mail chegou na minha mail box. Nunca fiquei tão feliz \(@^0^@)/

  Bom, passei a noite de ontem e a manhãzinha de hoje personalizando o tema a meu gosto. Graças a Mah que deixou um link de temas em um comentário aqui no blog, eu consegui entender como funcionava a personalização e css do site. Com isso arregacei minhas mangas e fui ao trabalho duro. No fim, saiu exatamente como eu queria. \o/

Design do meu status.cafe feito por mim s2

  Se quiserem visitar a página para ver ao vivo como ficou o tema, basta clicar aqui que você será direcionado ao site, direto no meu perfil ^-^

Obs: irei responder os comentários pendentes mais tarde. (*^▽^*)

Por hoje acho que é isso!
Bye Bye! (   ̄3 ̄) ~
terça-feira, dezembro 16, 2025

2025年12月16日 - 23:50午後

  Baixei todas as temporadas do meu anime favorito, Bungou Stray Dogs, e coloquei na nuvem. Agora sempre que quiser eu consigo assistir, sem depender de assinar a porcaria da Crunchr0ll ou ficar procurando algum site P1rat4 para tentar assistir. Me sinto exatamente igual aquele áudio que utilizam a rodo por aí nos vídeos "Sente a paz desse lugar🎶"

Todas as temporadas de BSD na minha nuvem

  Já assisti esse anime inúmeras vezes, incontáveis! Nunca perde a graça e sempre tem aquele cheirinho, aquela sensação de casa para mim. Acho que posso dizer que Bungou Stray Dogs é meu anime de conforto, o lugarzinho onde me escondo em dias ruins e quando quero esquecer do mundo. 。゚(゚^∀^゚)゚。

 O bom de ter uma memória meio ruim, é que sempre que assisto tenho surpresas, pois, nunca lembro direito das coisas. ( ^ω^ ) Para mim pelo menos, isso é algo bom. 

Episódio 2 (1ª Temporada)

  É uma terça-feira à noite, são 23hrs e alguns minutos agora. Estou assistindo os episódios e tendo aquele sentimento de conforto que eu precisava nesse dia chuvoso. Há dias que viver e ter a chance de fazer o que gosto, mesmo que por mínimo de esforço que precise e/ou por mais besta que seja, me deixa muito feliz. E acho que viver é isso, ser grato pelos pequenos momentos, os bons entre a tempestade que é a vida.
segunda-feira, dezembro 15, 2025

status.cafe + barulho e silêncio

Rascunhado em: 14/12/2025

  Me inscrevi no Status.Cafe para poder usar como local de desabafos curtos já tem alguns dias, e até agora nada do e-mail confirmando que posso utilizar o site. `(*>﹏<*)′
  Percebo que estou ficando um serzinho impaciente — acredito eu que por culpa da minha ansiedade misturada do vício por vídeos/conteúdos curtos e rápidos — quando me pego abrindo meu e-mail a cada meia hora para ver se finalmente posso usar o site... Não vou mentir, a parte de poder só tweetar algo besta e rápido ainda me pega muito na questão de deixar as redes sociais, isso, sim, anda me afetando nesse processo de me afastar. Jesus! Até me peguei pensando em criar um blog onde eu possa usar como o Twitter. Como assim usar um blog como o twitter? Simples, deu na telha de falar uma asneira? Abre o tal blog, escreve o que quero escrever e posto. Pronto! Me sinto bem afetada das ideias já por culpa do vício em redes sociais, ai!

  Outra coisa que venho percebendo que faço bastante depois dessa vibe de detox digital — que entrei no começo do ano — é: tem dias que estou me sentindo tão impaciente e tão no tédio que começo a desbloquear meu celular sem motivo algum. Às vezes abro a galeria, às vezes navegador, calculadora, WhatsApp, e-mail... Enfim, abro qualquer coisa! Parece que o celular me fez sua refém de tal maneira que sequer consigo passar meu dia sem encostar nele tentando achar uma notificação, um motivo para eu matar meu tédio e/ou enfiar minha cara no celular. Honestamente é bem irritante... Tem sido um processo bem árduo, mas estou me esforçando para acabar com isso. Deus que me ajude! Sabe o quê é mais engraçado nisso tudo?! É que em 99,999999 por cento das vezes nem tem nada lá. Não tem mensagem, não tem uma notificação de nada — já que bloqueei praticamente todas as notificações do meu celular — e mesmo assim meu cérebro insiste em procurar algo. ~suspira

  Se inventarem algum dia aqui na UBS perto de casa o projeto 'ajuda para viciados em celular e redes sociais anônimos' eu juro por Deus que faço questão de participar. Uma pena não reconhecerem o vício em redes sociais e celular como algo de verdade para isso... Mas eu ainda acredito que deveria se reconhecer isso já que interfere muito em nossas rotinas e dependendo do nível de vício da pessoa até em relacionamentos, tornando-os nada saudáveis... ~(>﹏<)~

  
  Recentemente eu voltei a ouvir bastante músicas novamente — Já havia quase oito meses desde que parei com calma para curtir meu dia inteiro ouvindo alguma música. Normalmente eu colocava uma playlist com todas as canções que mais gosto e deixava o dia todo como background song do meu dia, e simplesmente ia desenrolar as coisas que preciso desenrolar, limpar a casa, por exemplo.

  Tem dias que estou de saco cheio das minhas músicas e preciso de algo diferente para escutar, para deixar ali fazendo algum som ao fundo, só para eu não sentir que o silêncio da casa ou a barulheira dos vizinhos vá me enlouquecer de vez... Sei que essa frase não fez um pingo de sentido, mas, às vezes onde eu moro é um silêncio absoluto, você escuta apenas o vento passando — tem dias que nem isso, só é um silêncio ensurdecedor mesmo — mas há dias que é tão barulhento, pois, os filhos do vizinho estão agitados, começam a brigar, gritar, cachorro latindo alto, barulho de bola batendo na parede e no chão de forma bem forte, etc. que mal consigo escutar meus próprios pensamentos…  Dependendo da forma como estou me sentindo no dia, eu sinto que qualquer empurrãozinho vai me fazer parar no paraíso, se é que você consegue me entender.

  Minha solução para não ficar sozinha com meus pensamentos ou sem acesso nenhum a eles — o que me enlouquece igualmente da mesma intensidade — é ouvir músicas meio 'cozy', sei lá! Elas me ajudam a manter minha mente em um local bem diferente de onde fica quando o dia está barulhento ou muito quieto. Vou deixar aqui em baixo alguns vídeos que uso muito para isso. Talvez eles sejam úteis para alguém além de mim. (╯▽╰ )

'Relaxing Animal Crossing music + rain sounds'

De todas essas, essa primeira é a que mais escuto. Tem dias que coloco ela em replay o dia todo, já que de todas é a que mais gosto! Como eu jogo ocasionalmente Animal Crossing, essa playlist me traz um certo momento de calma e serenidade.

'Animal Crossing New Horizons Music To Study/Chill/Sleep'

'Studying with Steven Universe | No lyrics, productive pomodoro study playlist'

'Calcifer? you're being so obedient. (Howl's Moving Castle playlist)'

'𝐝𝐬 𝐚𝐧𝐝 𝐰𝐢𝐢 𝐞𝐫𝐚 𝐟𝐫𝐮𝐭𝐢𝐠𝐞𝐫 𝐚𝐞𝐫𝐨 - Playlist'

  Como dá para perceber, eu amo escutar músicas de jogos e desenhos — na verdade, obras em um geral — que eu amo para sentir conforto enquanto sinto que estou prestes a ficar maluca. Faltou uma playlist de músicas do The Sims 1 e 2, porém, eu me sentiria péssima falando que é uma das que escuto direto quando preciso de uma musiquinha para me distrair do barulho ou silencio extremo, sendo que não faço com essas com tanta frequência 😬, mas, fica aí outra sugestão, músicas do The Sims 1 e 2 e também as músicas do FNAF em versão instrumental, sem vozes... Pelo menos comigo ajuda bastante!
sábado, dezembro 13, 2025

Resenha: O Pequeno Príncipe

 Oi Oi! O post de hoje é uma 'releitura' da resenha que eu havia feito de O Pequeno Príncipe em meu antigo blog. Essa foi a primeira resenha que eu fiz — na vida — então provavelmente nem deve ter ficado tão boa assim. Mas por ser um livro que mexeu muito comigo — por me lembrar da minha mãe — eu acho que vale a pena trazer esse post para cá também.

 Atenção: Esse post contém spoilers da obra, caso você não tenha lido ainda e deseja ler sem spoilers, recomendo que não leia minha resenha. Thanks! ( ̄︶ ̄) /

Sobre minha experiência com o livro:

    Para começar, acho que vale ressaltar que essa foi a primeira que vez que li a obra. Na verdade, já havia tentado ler anteriormente — quando comprei o livro —, porém, não consegui passar de dezoito páginas. E isso me fez refletir, até comentar com uma amiga após finalizar a leitura desta vez, que acredito que para ler esse livro, eu teria de estar no momento certo... E acho que dessa vez, era realmente o momento certo para isso. Não que para você ler, tenha de estar no momento certo igual a mim, apenas que para mim, esse momento teve de acontecer. 
    Conforme fui realizando a leitura do livro e os capítulos passavam, acabei tendo um pequeno insight sobre a mensagem do livro, que basicamente senti ser: Como adultos, ficamos fúteis, desinteressantes e obcecados por coisas idiotas, sem valor real. Em suma, acredito que o livro tenta mostrar ao leitor, seja ele um adulto ou uma criança, o quanto amadurecer pode matar nossa individualidade. Na verdade, o quanto ao virarmos adultos, deixamos de acreditar na magia do mundo. Como matamos nossa imaginação e nos tornamos pessoas vazias, que zelam por coisas passageiras e sem significado. 
    Por exemplo: Em dado momento no livro, nosso pequeno protagonista está viajando pelos planetas, procurando amigos e figuras novas para conhecer, procurando conhecer um pouco mais do universo. Ele acaba se deparando com figuras um tanto quanto sem graça. A parte que mais me chamou atenção foi quando ele para em um planeta onde tem um empresário. Que ao ser questionado o que está fazendo, logo se irrita com a presença do pobre garoto, já que ele está o atrapalhando em sua contagem. Contagem do quê? Simples, estrelas. O quê mais me intrigou, foi o fato do empresário se dizer dono das estrelas. Algo que, em tese, pertence a todos, não tem um dono. Porém, o homem insiste que ele faz e refaz a contagem de suas estrelas diariamente. E que também possui um papel, o qual nomeia dono delas. O pequeno rapaz acha uma grande bobeira, e eu diria que ele está mais do que certo, porque realmente, é uma grande bobeira
    Adulto são, de fato, seres desinteressantes, sem criatividade, com ideias estranhas e bobas, como a de ser dono de algo que pertence a ninguém, ou então de olhar um desenho de jiboias fechadas e abertas e simplesmente não ter imaginação o suficiente para entender o desenho. Além de que o pobre garotinho, ao contar suas aventuras, também nos ensina a lição sobre o amor, que precisa ser cativado. Conforme as minhas citações favoritas do livro abaixo:

    — Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry (Capitulo Dezenove, Página 66)

    — Vai rever as rosas. Assim compreenderás que a tua é única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.

    O Pequeno príncipe foi rever as rosas:
    — Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda voz cativou, nem cativastes ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa iguala cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
    E as rosas ficaram desapontadas.
    — Sois belas, mas vazias — Continuou ele. — Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que todas vós, pois foi ela que eu reguei. Foi ela que pus sob a redoma. Foi ela que abriguei com o para-vento. Foi por ela que eu matei as larvas (exceto duas ou três, por causa das borboletas). Foi ela que eu escutei se queixar ou se gabar, ou mesmo calar-se algumas vezes, já que ela é minha rosa.
O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry (Capitulo Dezenove, Página 70)

    Engraçado como um simples livro de criança me fez pensar em como o mundo adulto gira em torno de apenas: dinheiro, posição social, posses — que são às vezes inúteis —, pagar de um ser sério, poder mandar nos outros, validação alheia, etc. Esse livro realmente me fez refletir em como viramos pessoas tão robóticas que nem prestamos atenção nos detalhes da vida, das pessoas à nossa volta e que aquela curiosidade que tínhamos quando criança, de como funciona o mundo, como funciona tudo, simplesmente desaparece e entra em seu lugar uma mente que vive tudo de forma automática. Fazendo você realmente enxergar que a vida adulta é um saco

    Um dos personagens que consegui mais me apegar na história, e além do Pequeno Príncipe me fez refletir muito com lições valiosas, foi a raposa. Senti que ela conseguiu se destacar dentre a curta estória e me passou um grande sentimento de conforto após tudo. Assim como, ela também ensinou uma lição valiosa para o menino. Achei interessante como ela explica o conceito de cativar alguém, a ponto da outra pessoa te enxergar não apenas como uma pessoa qualquer, mas como alguém diferente dentre todas as pessoas do mundo. Cativar nada mais é do que fazer o outro amar-te. É o sentimento puro e brilhoso de destacar-se dentre as pessoas. Ela também o faz perceber o quanto após tal ação, dói perder alguém que você ama, alguém cuja presença se faz brilhosa em seus dias, sua presença se faz necessária ao fim do dia. Fazendo assim, você aprender sobre o conceito de amor e perda
    A partir deste momento da estória, eu pude sentir um certo amadurecimento não só do pequeno príncipe, como do protagonista também. Já que após contar como foi seu encontro com sua raposa, como foi cativá-la e ser cativado por ela, o menino se despede dizendo que sua hora de partir chegou. — E é nesse momento que eu me peguei chorando enquanto lia.

    Por fim, senti que esse livro me acrescentou muito no processo de leitura, também me ajudou um pouco com o processo de cura sobre uma perda muito importante que tive alguns anos atrás. O que chega ser engraçado, já que comprei este livro, apenas para ter algo que me lembrasse de minha mãe. Ela não gostava de ler, muito pelo contrário, ela odiava leitura. Mas sempre me disse o quanto amava essa singela estória. Ela contava o quanto amou ler este livro quando criança, na época do fundamental, e o quanto esse livro marcou ela, era simplesmente algo que minha mente fez questão de decorar.
    Por anos me vi querendo comprar esse livro para presentea-la, mesmo que fosse apenas um livro, e fosse algo que ela não gosta muito, queria muito lhe dar esse livro como um presente, uma forma de dizer que prestei atenção em todas às vezes que ela disse gostar tanto dessa história. E agora entendo perfeitamente o motivo do qual ela gostou tando do livro, e do porquê eu não estava no momento certo para ler O Pequeno Príncipe
    Acredito que nada nesta vida é por acaso, tudo tem seu motivo, sua hora. E hoje, após quatro anos da perda da minha mãe, e de ter comprado esse livrinho em uma promoção na Amazon, que fez ele custar apenas 10 reaizinhos. Vejo que talvez o momento que eu deveria ler este livro, era agora. E não quando o comprei.
    Eu senti que essa leitura foi especial para mim, me ajudando a curar uma certa ferida aberta em meu peito, a raposa conseguiu me ensinar sobre cativar, sobre perder o que cativamos. Também fui ensinada que o mundo pode ser muito mais do que os olhos de um adulto pode ver. Acredito que hoje esse livro tenha ganho um significado muito maior do que ele já tinha para mim, antes mesmo de o ter lido.

    Posso finalizar esse post dando incríveis cinco estrelas a essa leitura. Sinto ser uma leitura essencial para qualquer pessoa que goste de ler — Embora seja uma leitura muito simples e fácil de se fazer, já que a forma como o livro conversa com o leitor é muito direta —, esse livro precisa estar na sua lista de leituras para fazer antes de partir deste mundo.

  • Livro: O Pequeno Príncipe - Antoine De Saint-Exupéry;
  • Ano: 2021;
  • Editora: Harper Collins;
  • Estrelas: ★★★★★;
  • Formato lido: Livro Físico;
  • Obs.: Edição com tradução original do ano de 1952 e aquarelas do autor;
  • Link para compra: Amazon


sexta-feira, dezembro 12, 2025

small updates for today

   Yaaay~ Adivinha só?! Venho com pequenas novidades, que apesar de 'pequenas' significam um grande passo para mim. Bem, a primeira é que acabei desistindo da ideia de criar o sobre do blog em um neocities. O motivo? Enquanto eu navegava no blog da porcelana, acabei achando um tutorial bem interessante sobre 'modificar as páginas estáticas do blog, deixando-as com uma aparência distinta do restante' ai eu pensei que não custaria nada tentar. Afinal, eu deveria por minha pouca energia que consigo em algo para não passar o dia inteiro na cama, fazendo vários nadas e me sentindo um ser inútil.

  Vesti minha melhor camisa de coragem e lá fui eu! Passei o dia de hoje inteirinho quebrando minha cabeça — o código simplesmente não queria funcionar, que derrota! — acabei tem alguns minutos e estou com uma enxaqueca infernal, de tanto trabalho que me deu! Mas no fim acabou saindo, só tive de procurar outras fontes para adaptar os códigos e deixar tudo da forma como eu realmente queria. Mas conclusão da opera: deu tudo certo e a page está no ar!

Você pode acessa-lá clicando aqui

  Eu senti que a minha apresentação na primeira postagem ficou meio vaga, então criar essa página ajudaria a ter um local de 'aprofundamento de quem eu sou'. O texto não está perfeito, mas sim passável. Dá para quebrar um galho até e as pessoas conhecerem melhor a pessoa por trás deste singelo blog. Espero que gostem tanto quanto eu gostei.

Links para as postagens que usei como guia para personalização da minha página de sobre do blog:


  Sobre a segunda coisinha que tinha de atualização para o dia: Terminei a leitura do meu segundo livro deste ano! (≧∇≦)ノ ~festeja

  No meu blog anterior eu havia criado — em meados de janeiro ou fevereiro, não me recordo — uma postagem com pequenas metas para cumprir este ano, infelizmente não consegui bater todas, mas pelo menos três — de sete — eu consegui! Uma delas era tentar sair da minha ressaca literária, que, inclusive, estava me comendo de dentro para fora já tinha uns quatro ou cinco anos.

As metas batidas esse ano foram:
  • Ler pelo menos um livro completo; Acabou que li dois!
  • Largar as redes sociais; Não foi uma meta 100% completa, mas abandonei o twitter de vez e instagram estou no processo. Isso para mim já conta bastante.
  • Voltar à estudar algum assunto de meu interesse; Só consegui bater essa meta, pois acabei voltando aos meus estudos de Japonês. ^-^
  Honestamente, os livros lidos esse ano não são tão grandes assim, porém, ambos me fizeram levar alguns meses para conseguir concluí-los — demorei dois meses no primeiro livro e três no segundo—. São eles: O pequeno príncipe e Psicose — um livro-fic do grupo EXO que ganhei de presente do meu marido quando ainda eramos apenas amigos.

  Tenho planos de postar a pequena review que eu tinha feito do livro do pequeno príncipe, acredito que ainda tenho o rascunho que utilizei para fazer a postagem final que foi ar no Jardim de Pessegueiros — meu blog anterior — e também quero muito fazer uma de Psicose, já que esse me fez chorar rios. Ainda não sei se irei fazer isso (reviews) esse ano ainda ou se é algo que irá ficar para o próximo ano mesmo. Veremos como estarei da caixola nos próximos dias hehe...


  Embora minha última recaída depressiva tenha sido um tico agressiva, a ponto de ter dias de eu não conseguir nem sair da cama direito, eu tenho tentado bastante me manter ativa esses dias, limpando a casa — mesmo que só uma coisinha ou outra —, estudando alguns assuntos do meu interesse, etc. Quero superar isso e ficar melhor, pelo meu bem e por estar cansada de estar cansada. Queria agradecer principalmente a Marcele por ser a pessoa que tem me dado bastante forças ultimamente, ler as postagens dela e ter um papinho, mesmo que curto que temos nos comentários, tem me motivado muito esses dias ( •̀ ω •́ )✧ Prometo tentar me manter ativa e fazer meu melhor para melhorar. Inclusive, futuramente quero postar um rascunho que tenho salvo aqui, onde eu coloquei os links de alguns vídeos que estão me ajudando nesse processo de 'ficar forte' e recuperar-se. Não sei se algum dia esse post irá sair mesmo da área de rascunhos do meu blog ou se vai continuar no buraco negro dos posts que nunca viram a luz do dia. Mas isso é algo que o tempo dirá!

Acho que por hoje é só isso... 
Beijinhos da Amilla 💋

quinta-feira, dezembro 11, 2025

Descobertas da semana

 Essa semana andei dando uma navegada pela web — por outros blogs para ser mais direta — e encontrei algo chamado nekoweb e neocities, faço ideia do que seja? Ainda não, mas os sites que achei por essas terras são muito criativos e cheios de conteúdos legais. Fiquei extremamente impressionada no quão criativas as pessoas ainda são. Admito que me senti navegando na internet dos anos 2000. Me deu uma certa nostalgia e até mesmo aqueceu meu coraçãozinho! (┬┬﹏┬┬)

  Admito que até me deu vontade de criar um neocities para mim... Mas eu fico um pouco insegura de não conseguir personalizar ele da forma como eu desejo e no fim acabar só me frustrando com a ideia do site. Porém, é algo para deixar na minha caixola amadurecendo, quem sabe em breve?! Irei pensar sobre e quando me sentir segura disso, farei um. Se realmente for fazer um, quero que o meu neocities seja uma extensão do blog e que seja onde eu coloque a página de 'quem sou' do blog, com informações sobre mim, curiosidades, etc. ^____^

  Inclusive, aproveitando que o assunto é sites diferentes e coisas novas que encontrei nessa semana na internet, recentemente vi algo no blog da Marcela e da Lana que gostei muito, se chama status.café, achei bem interessante e me lembrou muito o twitter do velho testamento! Fiquei curiosa e me inscrevi no site, estou apenas aguardando que minha conta seja liberada para que eu possa usar e disponibilizá-lo aqui na sidebar do blog. Achei bem legal, pois, ele meio que irá me ajudar na minha meta de 'me desvincular totalmente do twitter' e também matar a minha necessidade de postar — entre muitas aspas — 'tweets curtos sobre meu dia e sentimentos'. No meu blog anterior, cujo eu apaguei recentemente, eu tinha feito uma meta para mim mesma de largar as redes sociais — pois, percebi que elas estão ajudando a lascar com a minha atenção e me fazendo perder meus dias em frente a uma porcaria de tela — e acho que esse site vai ser uma boa para acabar com essa necessidade de rede social que eu ainda sinto... Na verdade, sinto falta só da parte onde eu posto coisinhas curtas e aleatórias ao longo do dia mesmo...  Acredito que vai ser uma boa ajuda na meta de largar redes sociais n'um todo.

  Até achei legal, pois, vou poder incorporar aqui no blog e quando eu quiser postar uma reflexão longa, posso postar diretamente aqui, quando quiser falar só uma asneira qualquer, posto no status.cafe, sem a necessidade de ficar mantendo um twitter ativo — é simplesmente tudo que eu mais queria — e vou admitir, gostei do fato de que você pode apenas seguir postagens alheias, mas não as responder. Tradução: não há espaço para que coisas tóxicas te alcance. Simplesmente genial! Mal vejo a hora de ter acesso ao meu e personalizá-lo com a minha carinha.

~ ~ ~

  Aproveitando que toquei no assunto de redes sociais, queria deixar uma pequena atualização e registro sobre minha relação com as mesmas... Meu contato com redes sociais começou lá em dois mil e alguma coisa, quando criei meu primeiro Orkut e alguns anos depois — em 2011 — criei meu primeiro Twitter. Sempre fui uma criança que — às vezes, nem sempre — a mãe dava uma vasculhada no quê diabos eu estava mexendo. Mas desde muito nova, sempre tive fanclubs para artistas que eu gostava, gastava horas do meu dia assistindo vídeos, procurando fotos, notícias, joguinhos online... Tudo sobre os artistas que curtia e também sobre outros assuntos que toda criança se interessa. Desde essa época tenho criado um hábito bem lascado de vício em computador — internet n'um geral — por culpa de redes sociais. Inclusive, muitos dos meus amigos estão e sempre estiveram aqui, na tela de um computador. Com isso você já pode tirar que cresci tendo uma certa dependência em redes sociais e aparelhos eletrônicos no geral... Antigamente era no Orkut, então MSN, depois Twitter até que evoluísse para Instagram, Tiktok, Bluesky, Threads, etc. — Graças a Deus, nunca soube mexer no Facebook, então, neste em específico eu nunca cheguei a ter algum tipo de vício.

  Recentemente acabei criando uma certa consciência do meu vício em tais coisas. Inclusive, o vício em computador passou para o smartphone, o que por si só já é péssimo! Então notei que sempre que eu ficava 5 minutinhos longe do meu celular, já ficava extremamente irritada — tal qual essas crianças de hoje em dia, viciadas em tablet, sabe?! Tipo aquele seu priminho que vive com um tablet na cara o dia todo e quando o tiram dele, ele fica com as emoções desreguladas, bem, isso acontece com adultos também, sou a prova disso. — com toda essa 'consciência' que tomei um dia, por sei lá qual motivo — de fato não lembro como aconteceu isso — eu resolvi tentar dar um basta, comecei apagando o Tiktok, que eu mexia muito, muito mesmo! Fiquei um ano sem usar a rede da rolagem infinita e percebi que conseguia viver sem ela, com isso resolvi tirar Threads e Bluesky também, o que não foi tão difícil já que não os usava tanto assim, e alguns meses atrás apaguei todas minhas contas no Twitter e desinstalei o Instagram de meu celular. Tem sido fácil?! Olha, nem um pouco! Às vezes ainda dou um vacilo aqui ou ali e instalo o Instagram de volta, uso por dois dias até me dar conta e tiro novamente, é praticamente uma praga na minha vida esse aplicativo. Mas de resto, todos os outros citados anteriormente, eu consegui me manter longe, nem tenho mais tantas saudades assim. A única coisa que me afeta, como dito lá em cima no post, é que não tenho mais onde desabafar, falar coisas rápidas... E isso me deixa sentindo que estou me enchendo de tranqueira mental — por isso acredito que o status.café irá ser uma grande ajuda para mim.

  Este blog — e o outro que eu havia criado anteriormente e apaguei por maluquice aguda da minha mente — é uma forma de substituir as redes sociais para mim, que em particular estava sendo afetada negativamente mentalmente. Twitter nunca me fez bem algum, sempre piorou minhas crises, paranoias e afins. Mas por um motivo que só o divino sabe, eu sempre fui muito dependente dele e dos outros aplicativos/sites. Confesso que estou muito mais leve desde que comecei essa meta de deixar as redes sociais para lá, largar essa vida e tentar viver sem tais regalias. Tenho percebido uma melhora no meu mental, uma diminuição de quantidade de crises, minha atenção para as coisas tem melhorado, tenho conseguido ler livros e assistir coisas longas, etc. 

Este post enorme é apenas para dizer duas coisas:

  1. Ter botado como meta largar as redes sociais esse ano tem me dado vários benefícios, sejam mentais quanto de saúde mesmo. 
  2. Percebi que a internet como eu conheci quando novinha ainda existe, ainda existem pessoas incríveis por aqui, ainda existem sites legais e criativos e muita coisa para se explorar que eu jamais saberia se não tivesse voltado para a blogosfera!
E sendo bem honesta? Tem sido divertido navegar por aí, ler posts de blogs que sigo e procurar coisas novas para fazer ao invés de ficar rolando um feed infinito e aleatório o dia todo. Por aqui as coisas soam muito mais cozy que uma sessão de comentários do Instagram e/ou sessão de replies do Twitter, por exemplo... Sei lá! Acho que estou gostando mais daqui do que das redes. Sem falar que em um blog eu posso ser mais eu mesma, eu posso falar mais sobre as coisas que gosto de forma livre, não tenho limitações de caracteres — o que é ótimo, já que sou uma pessoa que gosta de falar muito — e não vou ficar sendo exposta à apenas coisas tóxicas o dia todo — aqui simplesmente não tem um algoritmo que fica colocando coisas que me fazem passar raiva, que não gosto, etc. Só para engajar — Aqui eu pareço ter paz, o mundo e a vida parecem mais fáceis. (✿◡‿◡) ~E eu simplesmente gosto disso~ 

quarta-feira, dezembro 10, 2025

bem vindo ao meu [novo] cantinho!

  Oie!  Sou péssima com primeiras postagens, tanto que nunca sei como fazê-las da forma correta. Mas acredito que tenho de começar pelo menos fazendo uma breve apresentação, certo? Então vamos lá!

  Bom, você pode me chamar de Amilla — mas se quiser pode chamar de Milla, ou até mesmo Mimi! — esse não é meu nome verdadeiro, na verdade, é um codinome. Não me sinto confortável suficiente para dizer meu nome real, então prefiro usar codinomes, assim tenho mais liberdade para comentar e postar o que sinto e acontece comigo sem que eu entre na piração de que alguém saberá que sou eu. Posso parecer um pouco maluca de começo — e sou mesmo, mas no bom sentido — porém, sou uma pessoa bem legal, prometo que se me der uma pequena chance, talvez você goste de mim!

  Tenho lá meus 29 anos, sou casada e amante de bichinhos, sejam eles gatos ou cachorrinhos! — sempre que vejo um desses serzinhos na rua ou qualquer outro lugar, fico maluquinha! (=^ェ^=)

  Este não é meu primeiro blog, pelo contrário, ja tive vários — estou na blogosfera desde 2013 —, todos tiveram nomes bem diferentes, porém, sempre com propostas muito similares: ser um diário online onde eu possa expressar toda minha individualidade como pessoa.

~~

  Neste local você provavelmente irá notar que eu irei postar desabafos, textos enormes falando sobre os assuntos que mais gosto, review de coisas que li e assisti recentemente, estórias originais ou até mesmo só uma reflexão besta e rápida sobre algo aleatório que vi recentemente.

  Criei este singelo blog, chamado odd eye shop, para ser meu porto seguro, o cantinho na Internet onde eu consiga expressar quem sou da maneira mais crua possível. Então se gostar das coisas que escrevo, peço que siga o blog e sinta-se a vontade para comentar nas coisas que eu postar por aqui. ♡

Com carinho, Amilla